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Seiva


Aperta-me nos teus braços
Como se eu fosse criança a te pedir o peito
Guarda-me neste lugar sagrado
Onde a indiferença não encontra abrigo
E a solidão do mundo não faz morada

Venho de onde a mágoa esconde
A nascente de agua doce e a estrela da manhã
De muito longe venho, da desesperança
Da terra onde os homens se desentenderam

Segura-me no teu colo
Proteja-me para sempre
Venho abastecer meu coração na seiva
Que faz germinar luz e eternidade


Jose Balbino de Oliveira


    









Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 17/12/2017
Alterado em 02/06/2018


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