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Quando estás aquí



Quando estás aqui
A vida deságua felicidade
Entre os verdes mares dos teus olhos
E o vigor dos teus seios nus - Não adormeço -
Um corpo adormecido não consegue vibrar
Nos teus braços sou eternidade

Quando estás aqui, não sinto vergonha
De me ajoelhar e suspirar profundo
Nenhum de nós precisa pedir perdão
Sempre estamos perdoados

Não tenho medo de ser feliz
De sorrir e de chorar
Lágrimas e sorrisos fazem festa
Quando nos completamos

Ainda agora tenho em minhas mãos
As tuas coxas trêmulas
Seu sexo faminto, brinda-me
Com licor de raro sabor
Eu te venço e tu me vences
Morremos e renascemos um no outro
No aparecimento do amanhecer .



Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 06/11/2014


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