macacos e colibris

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Nunca ame até a ultima gota de sangue
Nem queira dar-se mais que o suor exige
O tudo e o nada não são generosos com a sorte
Nem por isso, descreia do calendário. Os dias passam e passamos pelos dias, com esperanças e arrepios e assim sempre será a condição de existir, mais aqui ou mais além.

Tormentos há, no coração de quem nunca amou. Estéril, nunca irá alem de si. Não se desdobrará para o banquete, ora suntuoso, ora frugal, que o amor prepara.

Pobre de quem nunca cantou uma canção ao vento, para escutá-la em oração, entre pássaros e flores.
Pobre de quem prepara armadilhas, para aprisionar o sentimento daquele, que humildemente caminha entre sonhos simples, que se tornou felicidade.

Não se deve marcar o coração de uma mulher com ferro em brasa. Ela pode acostumar-se à servidão, e não respirar livre, nunca mais!.




Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 17/09/2012
Alterado em 15/01/2016


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