macacos e colibris

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Creio



Nada em mim mudou
Continuam meus braços a latejar por tí
Os meus afetos sempre jovens, querem dividir
E gotejar minha esperança na tua
E ter de tí o brilho que há na aurora

Pouco importa que homens vencidos não creiam
Que sonhos acontecem na gratuidade de mãos
Que fortalecem outras mãos e vão
Acompanhando outras manhãs

Creio em mim e creio em tí

Creio na passada dos ventos que virão
Creio que a arrogância dos impérios desabarão
E creio que a felicidade por ser indulgente
Renascerá em fé e em brilho que
Caminhos outros, mais belos reconstruirão

Porque creio em tí eu creio
Que outras flores desabrocharão
E os nossos olhos, e todos os olhares,
Se entreolharão!!!



Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 20/03/2010


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