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Infinitamente



Te amo, infinitamente te amo
Nescessidade que não sei explicar
Inda que eu te amasse mais
Não amaria como quero amar

Quero te amar, assim compadecido
Feito cristão que leva o seu andor
Que se abraça em uma noite fria
Pra derreter num dia de calor

E se te amar é ir se consumindo
Rasgar o peito de tanta paixão
Quero arder então como uma chama
Nas labaredas do meu coração

E se a vida ainda permitisse
Que o mundo todo fosse o meu amor
Eu vergaria feito uma roseira
E cobriria o chão como uma flor.


Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 16/11/2009


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