macacos e colibris

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Ao mar as velas
Se contorcendo em aquarelas
Entre carícias de procelas
E um principe revôlto
Na paz das ventanias
Eu, revestido em bôlhas
A esconder-se em mim.

Quem foi que me escolheu
Quem foi que me gerou
Assim, pra confusão?
No corredor incerto do cais
Da minha solidão?

Ao mar os sonhos
Pra navegar sereias
E ir ao fim do mundo
Ao fim e mais alem
E muito alem do fim
O começo inesperado
Da alma da mulher!


Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 12/10/2008


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