macacos e colibris

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Os velhos livros dos poetas, descansam corroídos pelas traças.

As vozes e as veias das antigas civilizações, apodrecem, com seus cantores e seus lamentos líricos.

Não aprendemos nada com o passado, e acreditamos que seremos donos do futuro?

Antigos poemas jazem nas promessas do seu coração.

Quantos sonetos novos ainda temos?

Se os velhos poetas estão mortos, e os novos não conseguem nascer...

Quando irei ouvir um verso da sua boca?





Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 19/06/2017
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