macacos e colibris

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Ser poesia é algo diferente
Coisa que assusta e consente
Lanço um grito ao infinito
Ou me calo na imensidão do silêncio

Trabalho a solidão dos homens
E a harmonia dos serafins
A vida, decompõe-se aos meus pés
E a meus pés descansam
Diamantes lapidados
Pela sêde do mar
E o suspiro dos vulcões

Atiro lanças
Enviando mensagens
Saqueio as constelações
E intimido o universo

Creio, ser uma alma
Se abraçando à outra alma
Para lhe roubar um verso





Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 15/05/2013
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