macacos e colibris

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Nada será como a paz
Dos canhões adormecidos
Nada será como a multidão
Enfurecida de sonhos e amanhãs

Nada será como o sol
Pastoreando nuvens
De felicidade

Nada será como o homem
Que passa e humildemente segue
Rumo ao horizonte

Nada será como nós dois
Com os olhos guardados
Um dentro do outro

Tudo e nada será assim
Enraizado na terra.
Galhos e flores,
Para o infinito!





Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 08/04/2012
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