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Desvios do coração


        


De mim terás eternamente
O apego pelas tuas coisas
Virtudes, defeitos, para mim são
Desvios do coração

Quem pode julgar uma mulher
Que me amou até ser confusão
Depois me rejeitou, cansada
Exausta de paixão?

Como despir uma mulher do amor
Que fez do amor seu modo de viver
Por bons caminhos e maus caminhos
No equilibrio do espinho e a flor?

E porque estas aí tão inibida
Me escondendo jeitos sensuais?
Não nos deixemos por enquanto
Hoje, amanhã e nunca mais



Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 25/03/2011
Alterado em 25/03/2011
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